Dois jovens militares morrem atropelados na A1 e deixam famílias em luto profundo
Dois militares do Exército, de apenas 21 e 22 anos, morreram esta sexta-feira depois de terem sido atropelados na A1, na zona da Mealhada, distrito de Aveiro. A tragédia deixou duas famílias devastadas e mergulhou pais, familiares e amigos num profundo luto pela perda de dois jovens que tinham toda uma vida pela frente.
O acidente aconteceu cerca das 09h33, no sentido norte-sul, junto à área de serviço da Mealhada.
As vítimas foram identificadas como Francisco Oliveira, natural de Águeda, e Pedro Gonçalves, de Torres Novas. Os dois jovens eram praças do Exército e integravam uma coluna militar que regressava à respetiva unidade, depois de terem participado, durante a semana, na montagem de uma ponte militar em São Pedro do Sul.
De acordo com o Exército, os dois militares saíram das viaturas para prestar auxílio ao condutor de um veículo pesado que tinha ficado imobilizado na autoestrada na sequência do rebentamento de um pneu.
Foi durante a operação de auxílio que os dois jovens acabaram por ser atropelados por um automóvel.
Apesar dos esforços das equipas de emergência, Francisco Oliveira e Pedro Gonçalves não resistiram à gravidade dos ferimentos.
A morte dos dois militares, tão jovens, provoca uma enorme onda de consternação. Para além da perda de dois elementos das Forças Armadas, a tragédia representa sobretudo a perda irreparável de dois filhos, deixando os pais e restantes familiares mergulhados num luto profundo e numa dor difícil de imaginar.
Francisco e Pedro tinham apenas 21 e 22 anos. Tinham sonhos, projetos e uma vida inteira pela frente, interrompida de forma trágica enquanto cumpriam um gesto de solidariedade e auxílio a outro cidadão.
A notícia está a provocar igualmente grande comoção entre os camaradas de armas, que perdem dois jovens militares durante uma missão de regresso à unidade.
A ocorrência está a ser investigada pelas autoridades, que irão apurar as circunstâncias exatas em que ocorreu o atropelamento.



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