AGORA

Floresta Encantada no Gerês começou gratuita e já custa 5 euros a entradaHomem atropela por ciúmes na Póvoa de Varzim e vítima fica sem uma pernaPresidente da Câmara de Vizela acusado de violência doméstica por murros e asfixiaMorte repentina de Elsa Meira deixa Viana do castelo em choquePS exige esclarecimentos sobre estacionamento do Hospital de BragaAvião da Ryanair que partiu de Lisboa alvo de ameaça de bombaDescobrir o Fojo do Lobo e a nascente do rio Vade num trilho gratuito“Cristiano Ronaldo «deixou a Seleção por ser birrento e um milionário»”Funeral do jogador Jesús de Miguel marcado pela emoção e dorVila Verde anuncia 4 milhões para saneamento mas há casas sem águaBarcelos de luto pela morte de Maria Araújo: “Querida Leta”Reunião entre PS e Governo acaba sem acordo sobre habitaçãoFloresta Encantada no Gerês começou gratuita e já custa 5 euros a entradaHomem atropela por ciúmes na Póvoa de Varzim e vítima fica sem uma pernaPresidente da Câmara de Vizela acusado de violência doméstica por murros e asfixiaMorte repentina de Elsa Meira deixa Viana do castelo em choquePS exige esclarecimentos sobre estacionamento do Hospital de BragaAvião da Ryanair que partiu de Lisboa alvo de ameaça de bombaDescobrir o Fojo do Lobo e a nascente do rio Vade num trilho gratuito“Cristiano Ronaldo «deixou a Seleção por ser birrento e um milionário»”Funeral do jogador Jesús de Miguel marcado pela emoção e dorVila Verde anuncia 4 milhões para saneamento mas há casas sem águaBarcelos de luto pela morte de Maria Araújo: “Querida Leta”Reunião entre PS e Governo acaba sem acordo sobre habitação

Presidente da Câmara de Vizela acusado de violência doméstica por murros e asfixia

Victor Hugo Salgado foi acusado pelo Ministério Público de Braga de um crime de violência doméstica. O caso ganha novos contornos depois de um primeiro inquérito ter sido arquivado, sem que o autarca tivesse sido ouvido ou constituído arguido. O presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado, foi acusado pelo Ministério Público (MP)…

Presidente da Câmara de Vizela acusado de violência doméstica por murros e asfixia

Victor Hugo Salgado foi acusado pelo Ministério Público de Braga de um crime de violência doméstica. O caso ganha novos contornos depois de um primeiro inquérito ter sido arquivado, sem que o autarca tivesse sido ouvido ou constituído arguido.

O presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado, foi acusado pelo Ministério Público (MP) de Braga da prática de um crime de violência doméstica, segundo a informação avançada pelo jornal Público.

O caso volta a colocar o autarca no centro de um processo judicial que já tinha suscitado polémica em maio de 2025, quando foi conhecido o arquivamento de um primeiro inquérito relacionado com suspeitas de violência doméstica.

Na altura, a procuradora responsável pelo processo decidiu arquivar a investigação, considerando que os elementos recolhidos não eram suficientes para sustentar uma acusação. O despacho revelava ainda que Victor Hugo Salgado não tinha sido interrogado nem constituído arguido durante aquela fase do processo.

A justificação apresentada pela magistrada foi particularmente controversa. Segundo o despacho, a decisão de não ouvir o autarca nem o constituir arguido foi tomada perante a alegada inexistência de indícios do crime de violência doméstica e também para «assegurar a paz social e a tranquilidade no seio da família».

Processo foi inicialmente arquivado

De acordo com uma investigação publicada pelo Observador, a 23 de maio de 2025, o primeiro inquérito teve origem numa denúncia apresentada pela mulher do presidente da Câmara de Vizela.

A queixa descrevia alegadas agressões físicas, incluindo murros na boca e no nariz. O processo continha também documentação clínica do Hospital de Guimarães, onde estavam registadas lesões, entre as quais uma fratura no nariz, escoriações e equimoses.

A procuradora considerou, contudo, que os elementos clínicos demonstravam a existência de ferimentos, mas não permitiam determinar a sua origem ou autoria.

A decisão de arquivamento surgiu depois de a mulher do autarca ter recusado prestar declarações perante o Ministério Público e manifestado vontade de que o procedimento criminal não prosseguisse.

Ministério Público mandou reabrir investigação

A decisão de arquivamento não foi definitiva. A 1 de julho de 2025, o Ministério Público confirmou ao Observador a reabertura do inquérito, com vista à realização de diligências complementares.

A decisão foi também noticiada pela RTP, que confirmou que a investigação seria retomada na sequência de uma intervenção hierárquica.

O caso levantou questões sobre a condução inicial da investigação, nomeadamente pelo facto de o crime de violência doméstica ter natureza pública, o que significa que o procedimento criminal não depende da vontade da vítima em manter uma queixa.

A evolução agora noticiada pelo Público, com a acusação de Victor Hugo Salgado pelo Ministério Público de Braga, representa um novo desenvolvimento judicial neste processo.

Até ao momento, importa distinguir a acusação de uma eventual condenação: o autarca beneficia da presunção de inocência até existir uma decisão judicial transitada em julgado.

A SUA VOZ CONTA

O que pensa sobre esta notícia?

Partilhe a sua perspetiva e ajude a tornar esta conversa mais informada. Comente com respeito e clareza.

0 respostas a “Presidente da Câmara de Vizela acusado de violência doméstica por murros e asfixia”

Deixe um comentário

Partilhar


X
WhatsApp


Esta notícia é

Corrigir informação