A Polícia de Segurança Pública (PSP) está no centro de uma acusação de que terá impedido a passagem de um meio do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) durante a manifestação em Lisboa, segundo a informação indicada.
O caso levanta questões sobre a gestão do trânsito durante manifestações e a necessidade de garantir a circulação dos meios de socorro, sobretudo em situações de urgência médica.
PSP tem sido alvo de críticas em contexto de protestos
Em outubro de 2025, participantes numa manifestação pró-Palestina em Coimbra acusaram a PSP de recorrer a força excessiva durante uma intervenção na ponte de Santa Clara. Segundo a agência Lusa, os manifestantes relataram agressões e questionaram a atuação policial. A PSP justificou a intervenção com a necessidade de restabelecer a circulação rodoviária.
Garantir a passagem dos meios de socorro
O INEM é responsável pela coordenação da emergência médica pré-hospitalar em Portugal continental, incluindo a articulação dos meios de socorro e o transporte assistido de vítimas para unidades hospitalares.
Quando existe uma acusação de bloqueio à passagem de uma ambulância ou de outro meio de emergência, é importante apurar se o veículo estava em serviço urgente, quais as instruções dadas no local e se houve atrasos na assistência a algum doente.
Até ao momento, não foi possível confirmar se a PSP já respondeu especificamente à acusação do médico ou se foi aberto algum procedimento para investigar os factos.
O que falta esclarecer
Para apurar integralmente o caso, importa confirmar a identidade e as declarações do médico, o local e a data da manifestação, o tipo de veículo do INEM envolvido e a versão das autoridades policiais.
Sem estes elementos, não é possível concluir que a PSP tenha efetivamente impedido a passagem do INEM, nem determinar as consequências da situação.



Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.