22 pessoas morreram nas praias durante a época balnear; mais de 1.200 foram salvas
A época balnear fica marcada por um balanço preocupante nas praias portuguesas: 22 pessoas morreram e mais de 1.200 foram salvas em situações de perigo no mar e nas zonas balneares.
Os números revelam a dimensão do trabalho desenvolvido pelos nadadores-salvadores e restantes meios de socorro durante os meses de maior afluência às praias, num período em que milhares de portugueses e turistas procuraram a costa portuguesa para férias e momentos de lazer.
Apesar do elevado número de salvamentos, as autoridades continuam a alertar para os riscos associados à falta de vigilância, às correntes marítimas e à sobreavaliação das capacidades dos próprios banhistas.
As praias vigiadas e a presença de nadadores-salvadores desempenham um papel fundamental na prevenção e resposta a situações de emergência. Os mais de 1.200 salvamentos registados demonstram a frequência com que são necessárias intervenções rápidas para evitar consequências mais graves.
Ainda assim, as 22 mortes registadas durante a época balnear evidenciam que os cuidados de segurança continuam a ser essenciais, sobretudo em situações de mar alterado ou quando não existe vigilância.
As autoridades recomendam que os banhistas privilegiem praias vigiadas, respeitem a sinalização existente, sigam as indicações dos nadadores-salvadores e evitem entrar na água quando as condições marítimas representarem perigo.
O balanço volta, assim, a colocar a segurança nas praias no centro das atenções, com o objetivo de reduzir o número de acidentes e evitar que momentos de lazer terminem em tragédia.



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