Noite Branca de Braga bate recordes com multidões no centro histórico e milhares nos museus
A Noite Branca de Braga está a revelar-se uma das edições mais participadas de sempre, com uma verdadeira avalanche de pessoas no centro histórico de Braga e uma forte adesão à programação cultural.
Apesar de o evento ainda não ter terminado, os dados provisórios divulgados pelo Município apontam para uma afluência extraordinária, não apenas às ruas, mas também ao património, museus e espaços culturais da cidade.
Na sexta-feira à noite, mais de 250 mil pessoas passaram pelo centro histórico, número que aumentou para 325 mil no sábado, segundo os dados recolhidos pelo Município e pela Proteção Civil.
A edição deste ano apostou particularmente na valorização do património histórico, cultural e religioso, procurando transformar a Noite Branca numa oportunidade para residentes e visitantes descobrirem ou redescobrirem os espaços culturais de Braga.
Museus enchem e registam números históricos
A reabertura do Museu da Imagem foi um dos grandes momentos da edição, com mais de três mil visitantes na exposição inaugural.
Também o Museu dos Biscainhos, depois da renovação do jardim, registou números de destaque: cerca de 4.500 visitantes entre sexta-feira e sábado, estabelecendo um novo máximo de afluência.
No Museu D. Diogo de Sousa, mais de mil pessoas passaram pelo espaço apenas nos dois primeiros dias.
Já o recém-inaugurado MUZEU, espaço privado que se associou à iniciativa através de entrada gratuita no início da noite, recebeu mais de duas mil pessoas, tornando-se um dos novos pontos de atração da Noite Branca.
Videomapping e drones atraem multidões
Entre as novidades desta edição estiveram ainda o videomapping e o espetáculo de drones, que acrescentaram uma forte componente visual ao programa e ajudaram a concentrar milhares de pessoas em diferentes pontos da cidade.
A organização apostou assim numa combinação entre música, animação e espetáculo e a valorização do património, numa estratégia que permitiu levar o público para além dos tradicionais palcos da Noite Branca.
262 operacionais nos dois primeiros dias
A dimensão do evento obrigou também a um forte dispositivo de segurança e proteção civil.
Por noite estiveram no terreno 135 operacionais e 34 meios de dez entidades, distribuídos por três setores no centro histórico, além do efetivo da PSP.
Nos dois primeiros dias, o dispositivo mobilizou 262 operacionais, numa operação destinada a garantir a segurança e capacidade de resposta perante uma afluência que atingiu centenas de milhares de pessoas.
Os números provisórios deixam, assim, uma conclusão clara: Braga voltou a transformar o centro histórico num enorme palco ao ar livre e a Noite Branca afirma-se cada vez mais como um dos grandes acontecimentos culturais e turísticos da cidade.



Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.