Vigilante agredido por grupo familiar no Hospital de São João, no Porto
Incidente ocorreu à entrada do Hospital de Dia e envolveu cerca de duas dezenas de pessoas. André Ventura destacou o caso nas redes sociais.
Um vigilante de 32 anos foi agredido na tarde de segunda-feira, 12 de outubro, no Hospital de São João, no Porto, num incidente que envolveu cerca de duas dezenas de pessoas pertencentes ao mesmo núcleo familiar. A ocorrência foi registada por volta das 14h30, à entrada do Hospital de Dia, segundo notícias publicadas a 12 e 13 de outubro.
De acordo com relatos de funcionários citados pela comunicação social, o profissional de segurança foi atingido com murros na cabeça e pontapés. Os envolvidos terão ainda ido buscar um pau e perseguido o vigilante.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) interveio no local, conseguindo controlar a situação. A vítima sofreu ferimentos ligeiros, recebeu assistência médica no próprio hospital e teve alta, tendo regressado posteriormente ao trabalho, segundo o Jornal TVS.
André Ventura chama a atenção para o caso
O líder do Chega, André Ventura, publicou uma mensagem sobre o episódio, destacando a identidade dos alegados agressores. A publicação coloca o caso no centro da discussão sobre segurança e violência contra profissionais que desempenham funções em instituições públicas.
“Ciganos! Foram ciganos que agrediram um segurança no Hospital de São João, no Porto. Isto precisa de ser dito”, escreve André Ventura.
Segunda ocorrência nas imediações do hospital
Na mesma tarde, a PSP foi chamada a intervir numa ocorrência distinta, nas imediações da urgência de adultos, relacionada com uma tentativa de furto num automóvel estacionado no parque do hospital. Um suspeito foi detido.
Até ao momento, as notícias consultadas não estabelecem qualquer ligação entre esta segunda ocorrência e as agressões ao vigilante.
Segurança dos profissionais em debate
O caso volta a colocar em evidência a questão da segurança dos profissionais que trabalham em hospitais e que podem ser confrontados com situações de violência durante o exercício das suas funções.
A responsabilização dos autores de agressões deve assentar nos factos apurados pelas autoridades, independentemente da origem ou pertença comunitária dos envolvidos.
Veja o vídeo:
https://www.facebook.com/share/r/19xbo11GtV/



Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.