‘Ringue’ de Vila Verde em risco de ruir. CHEGA exige soluções urgentes

Ringue junto à igreja de Vila Verde continua degradado e sem obras prometidas

O estado do ringue desportivo junto à igreja de Vila Verde voltou esta semana ao centro do debate político local. Em causa estão fissuras fundas, sinais de possível derrocada e um espaço claramente ao abandono, apesar das promessas de requalificação feitas nas últimas eleições.

A crítica parte da coordenadora do Chega em Vila Verde, Elisabete Rodrigues, que exige esclarecimentos “urgentes e sem rodeios” sobre a situação do chamado Parque da Igreja. Numa publicação divulgada nas redes sociais, questiona quem tem afinal a tutela do processo e quem estará a bloquear a intervenção anunciada.

“A realidade é simples e ninguém a consegue esconder”, escreve. “O espaço está degradado, abandonado e os jovens continuam sem respostas.” As perguntas sucedem-se. Quem tem este assunto nas mãos. Que entraves existem. Porque continua tudo parado.

O ringue, utilizado durante anos como ponto de encontro informal e espaço de prática desportiva, apresenta hoje um cenário bem diferente. O pavimento mostra fendas profundas, há zonas vedadas de forma improvisada e não existe qualquer indicação de obras em curso. Moradores ouvidos no local admitem preocupação com a segurança, sobretudo com a aproximação do verão e o aumento da utilização do espaço por crianças e jovens.

Durante a última campanha autárquica, tanto o Município de Vila Verde como a Junta de Freguesia de Vila Verde assumiram publicamente a intenção de avançar com a remodelação do parque. Até ao momento, porém, não são conhecidos projetos, prazos ou candidaturas a financiamento.

Para o Chega local, a falta de respostas é inaceitável. “Vamos ter mais um verão com o parque neste estado?”, questiona Elisabete Rodrigues, apontando o impacto direto na promoção do desporto, no convívio saudável e na utilização dos espaços públicos. “É assim que se preocupa com os jovens?”, acrescenta.

A coordenadora garante que o tema não será esquecido e promete continuar a exigir responsabilidades políticas. Contactadas pela nossa redação, a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia não responderam até ao fecho desta edição. Entretanto, o ringue permanece como está. Fechado em parte, degradado à vista de todos e sem soluções no horizonte próximo.

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