O STFPSN associa-se à greve nacional da Administração Pública, convocada pela Frente Comum para 20 de novembro, e à manifestação nacional promovida pela CGTP-IN, no dia seguinte, em Lisboa. Os sindicatos exigem aumentos salariais, valorização das carreiras e reforço dos serviços públicos.
Os trabalhadores da Administração Pública são chamados a participar em dois dias de luta nacional, a 20 e 21 de novembro, numa iniciativa que pretende contestar a perda de poder de compra, a desvalorização das carreiras e as dificuldades sentidas pelos serviços públicos.
O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN) está a mobilizar os trabalhadores para estas ações, começando com uma greve nacional no dia 20 de novembro, convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, da qual faz parte.
No dia seguinte, 21 de novembro, realiza-se uma manifestação nacional promovida pela CGTP-IN, em Lisboa, com concentração marcada para as 14h30, no Saldanha.
Em comunicado, o STFPSN considera que o aumento do custo de vida, a perda de poder de compra dos salários e a falta de valorização profissional justificam uma resposta coletiva dos trabalhadores. O sindicato critica ainda o contraste entre os sacrifícios exigidos aos trabalhadores e os lucros alcançados pelos grandes grupos económicos.
Aumentos salariais e valorização das carreiras entre as reivindicações
Entre as principais reivindicações apresentadas pelo sindicato está um aumento salarial de 15%, com um mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores, bem como a fixação da base remuneratória da Administração Pública nos 1150 euros.
O STFPSN exige ainda a atualização do subsídio de refeição para 13 euros, a valorização de todas as carreiras e profissões e o reforço dos serviços públicos.
No plano da avaliação e progressão profissional, o sindicato reclama a revogação do SIADAP, a progressão com um máximo de quatro pontos e o fim do sistema de quotas.
O sindicato considera que os problemas enfrentados pelos trabalhadores são comuns a diferentes setores e apela a uma adesão expressiva à greve e à manifestação.
«Dois dias de luta. Uma resposta coletiva. A mesma determinação!», é a mensagem deixada pelo STFPSN, que reafirma o compromisso com a defesa dos salários, dos direitos laborais e dos serviços públicos.



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