José Luís Carneiro pede investigação célere ao alegado vandalismo no gabinete de André Ventura

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu que as autoridades judiciais apurem com rapidez o alegado ato de vandalismo no gabinete do líder do Chega, André Ventura, na Assembleia da República, considerando que situações desta natureza “não podem suceder”.

À entrada para uma reunião com o núncio apostólico em Portugal, na Embaixada da Santa Sé, em Lisboa, Carneiro afirmou que as autoridades devem conduzir a investigação “o mais rapidamente possível” para esclarecer “o que se terá passado no gabinete” do presidente do Chega.

O líder socialista sublinhou ainda que adota medidas de segurança no seu próprio gabinete parlamentar, referindo que este permanece sempre fechado à chave quando está ausente. Segundo José Luís Carneiro, trata-se de “um procedimento de segurança pessoal que deve sempre ser seguido”.

Questionado sobre eventuais preocupações quanto à segurança no Parlamento, remeteu essa matéria para o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, reiterando, contudo, a necessidade de uma investigação célere e rigorosa para determinar a origem e as responsabilidades do incidente.

Entretanto, a Polícia Judiciária confirmou que estava a realizar diligências no local através da Unidade Nacional Contraterrorismo.

Em declarações aos jornalistas no Parlamento, André Ventura afirmou que “alguém se introduziu” no seu gabinete, alegadamente vandalizando o espaço e levando vários objetos. Entre os bens desaparecidos, o líder do Chega referiu pertences pessoais, documentos relacionados com a comissão de inquérito a Luís Neves e informação política relativa ao gabinete do primeiro-ministro, além de várias pens USB. Ventura rejeitou que o incidente tenha sido encenado.

Durante as declarações, José Luís Carneiro abordou também a polémica que envolve o ministro da Administração Interna, revelando ter solicitado uma reunião ao primeiro-ministro para obter esclarecimentos sobre o caso relacionado com Luís Neves. O secretário-geral do PS disse esperar ser recebido ainda esta semana e garantiu que, após essa reunião, transmitirá ao chefe do Governo a posição oficial do partido sobre o assunto.

José Luís Carneiro pede investigação célere ao alegado vandalismo no gabinete de André Ventura

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu que as autoridades judiciais apurem com rapidez o alegado ato de vandalismo no gabinete do líder do Chega, André Ventura, na Assembleia da República, considerando que situações desta natureza “não podem suceder”.

À entrada para uma reunião com o núncio apostólico em Portugal, na Embaixada da Santa Sé, em Lisboa, Carneiro afirmou que as autoridades devem conduzir a investigação “o mais rapidamente possível” para esclarecer “o que se terá passado no gabinete” do presidente do Chega.

O líder socialista sublinhou ainda que adota medidas de segurança no seu próprio gabinete parlamentar, referindo que este permanece sempre fechado à chave quando está ausente. Segundo José Luís Carneiro, trata-se de “um procedimento de segurança pessoal que deve sempre ser seguido”.

Questionado sobre eventuais preocupações quanto à segurança no Parlamento, remeteu essa matéria para o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, reiterando, contudo, a necessidade de uma investigação célere e rigorosa para determinar a origem e as responsabilidades do incidente.

Entretanto, a Polícia Judiciária confirmou que estava a realizar diligências no local através da Unidade Nacional Contraterrorismo.

Em declarações aos jornalistas no Parlamento, André Ventura afirmou que “alguém se introduziu” no seu gabinete, alegadamente vandalizando o espaço e levando vários objetos. Entre os bens desaparecidos, o líder do Chega referiu pertences pessoais, documentos relacionados com a comissão de inquérito a Luís Neves e informação política relativa ao gabinete do primeiro-ministro, além de várias pens USB. Ventura rejeitou que o incidente tenha sido encenado.

Durante as declarações, José Luís Carneiro abordou também a polémica que envolve o ministro da Administração Interna, revelando ter solicitado uma reunião ao primeiro-ministro para obter esclarecimentos sobre o caso relacionado com Luís Neves. O secretário-geral do PS disse esperar ser recebido ainda esta semana e garantiu que, após essa reunião, transmitirá ao chefe do Governo a posição oficial do partido sobre o assunto.

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