Pressão do CHEGA desbloqueou reabilitação do Centro de Saúde de Vila Verde

A coordenadora do Chega em Vila Verde defendeu esta semana que o avanço do processo de reabilitação do Centro de Saúde do concelho é resultado direto da pressão exercida pela oposição, após anos de promessas não cumpridas.

“A oposição faz falta. E hoje prova-se isso”, afirmou, num tom crítico em relação à governação municipal dos últimos anos. Segundo a responsável local do partido, durante sucessivos ciclos eleitorais assistiu-se ao que chamou de “milagre das eleições”, com anúncios repetidos e compromissos assumidos que acabaram por ficar “na gaveta”.

Para a coordenadora, o atual momento marca uma viragem. “Agora aparece o milagre da oposição. Aquilo que esteve anos parado começa finalmente a mexer”, disse, rejeitando qualquer ideia de coincidência. “Isto não é acaso, é pressão.”

Nas declarações, sublinhou que o Chega não tenciona abrandar a sua atuação política, garantindo que continuará a exigir explicações e resultados concretos. “Não vamos largar. Estes projetos não são para ficar no papel nem em estudos eternos”, avisou.

A dirigente reforçou ainda a distinção de papéis entre quem governa e quem fiscaliza. “Quem governa tem uma obrigação: fazer. Quem está na oposição tem um dever: não deixar esquecer.” Uma mensagem que, segundo frisou, será repetida “as vezes que forem necessárias”.

“E nós não vamos deixar”, concluiu, assumindo que a reabilitação do Centro de Saúde de Vila Verde será uma das prioridades de vigilância política do partido no concelho.

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