
Elisabete Rodrigues acusa elementos do CHEGA de a silenciarem e denuncia perda de acesso à página do partido em Vila Verde
A líder da bancada do CHEGA na Assembleia Municipal de Vila Verde afirma ter sido removida da página de Facebook do partido, que diz ter criado e desenvolvido. Elisabete Rodrigues rejeita a hipótese de ataque informático e acusa responsáveis partidários de confundirem divergências de opinião com deslealdade.
Elisabete Rodrigues, líder da bancada do CHEGA na Assembleia Municipal de Vila Verde, veio a público denunciar a perda de acesso à página de Facebook do partido no concelho, acusando pessoas ligadas à estrutura partidária de tentarem silenciar quem manifesta opiniões diferentes.
Numa publicação nas redes sociais, sob o título «Liberdade de expressão ou ditadura disfarçada de democracia?», a responsável garante que não houve qualquer ataque informático, mas antes uma remoção deliberada do seu acesso à página, que afirma ter criado e desenvolvido e onde está registado o trabalho que realizou pelo CHEGA em Vila Verde.
«Fui simplesmente removida de uma página que eu própria criei, construí e onde está registado todo o trabalho que desenvolvi pelo CHEGA em Vila Verde», escreveu.
A líder da bancada considera a situação «inadmissível», sobretudo por acontecer num partido que, segundo afirma, defende publicamente a liberdade de expressão. Elisabete Rodrigues questiona ainda a legitimidade de alguém usar um cargo partidário para afastar outros elementos por discordância de posições.
«O CHEGA NÃO É PROPRIEDADE PRIVADA DE NINGUÉM!», afirma, garantindo que não confunde lealdade com submissão nem respeito com medo.
Na mesma publicação, Elisabete Rodrigues diz acreditar que o presidente do partido, André Ventura, e a Jurisdição Nacional desconhecem o que está a acontecer, mas assegura que lhes dará conhecimento da situação.
A responsável deixa ainda uma mensagem de resistência, afirmando que a retirada do acesso à página não apagará o trabalho e a dedicação que diz ter desenvolvido no concelho. «Não me calam, não me intimidam e não me vergam!», declara.
A publicação expõe uma divergência no seio da estrutura local do CHEGA em Vila Verde, embora Elisabete Rodrigues não identifique diretamente os responsáveis pela decisão que denuncia.



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