PSD critica “verão sem vida” em Vieira do Minho
O PSD de Vieira do Minho critica a falta de movimento no centro da vila durante o mês de agosto e considera que o concelho está a viver um verão “sem estratégia” e com reduzida dinâmica.
Numa publicação nas redes sociais, o partido divulgou fotografias do centro de Vieira do Minho, apontando para praças praticamente vazias, ruas com pouco movimento, esplanadas com reduzida afluência e um comércio que, segundo os sociais-democratas, não está a beneficiar da habitual dinâmica desta época do ano.
O PSD lembra que agosto é tradicionalmente um período de grande importância para o concelho, marcado pelo regresso de muitos emigrantes, pelos reencontros familiares, festas e iniciativas culturais, mas também por um aumento da atividade no comércio e na restauração.
A estrutura local do partido atribui parte da atual situação à ausência da Festa do Emigrante e de outras iniciativas que, durante vários anos, integraram a programação de verão. O PSD aponta ainda para obras que permanecem por concluir e que, segundo o partido, condicionam a circulação e prejudicam a atividade dos estabelecimentos do centro da vila.
Os sociais-democratas manifestam solidariedade para com comerciantes, empresários e trabalhadores e responsabilizam o atual executivo socialista pelas opções tomadas.
“Governar é escolher prioridades”, afirma o PSD de Vieira do Minho, considerando que o primeiro verão do atual mandato permite retirar conclusões sobre as prioridades do executivo. O partido diz ainda que o descontentamento é percetível “nas ruas, nos cafés e no comércio local”.
Na mesma publicação, o PSD defende que algumas das iniciativas de verão que marcaram o concelho durante mais de uma década devem ser recuperadas, sublinhando a importância das mesmas para a animação e para a economia local.
A estrutura social-democrata deixa também uma mensagem aos emigrantes, garantindo que “nunca” serão esquecidos e que fazem parte da identidade de Vieira do Minho.
O PSD termina com uma crítica à atual situação, defendendo que “Vieira do Minho não pode resignar-se a ser uma vila fantasma em pleno mês de agosto”.



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