Confirmados 28 portugueses e lusodescendentes mortos na Venezuela

O número de portugueses e lusodescendentes mortos na sequência dos fortes sismos que atingiram a Venezuela aumentou para 28, anunciou esta sexta-feira o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. As autoridades continuam a acompanhar a situação no terreno, enquanto prosseguem as operações de busca e salvamento no país sul-americano.

A tragédia levou Portugal a reforçar o apoio à Venezuela, com o envio de uma força operacional de emergência composta por cerca de 60 elementos. A missão integra especialistas em busca e salvamento, equipas de proteção civil, bombeiros e profissionais de emergência médica.

A equipa portuguesa parte para a Venezuela com capacidade para atuar em operações de resgate, recuperação de vítimas e apoio médico às populações afetadas. O contingente inclui elementos da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM.

O Governo português afirmou que está a acompanhar de perto a situação e que a rede consular e a Embaixada de Portugal em Caracas estão mobilizadas para apoiar a comunidade portuguesa residente no país.

Os sismos causaram elevados danos em várias zonas da Venezuela, provocando vítimas mortais, feridos e destruição de edifícios. A comunidade portuguesa no país, uma das maiores comunidades lusas na América Latina, está entre as populações afetadas pela catástrofe.

A missão portuguesa surge no âmbito da resposta de emergência internacional após o pedido de apoio das autoridades venezuelanas, incluindo mecanismos de cooperação europeia para resposta a catástrofes.

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