PJ está neste momento em força nas autarquias: buscas por suspeitas de prevaricação e negócios lesivos

A Polícia Judiciária está a realizar uma grande operação policial, denominada “Imergente”, no âmbito de uma investigação a suspeitas de prevaricação e participação económica em negócio envolvendo autarquias.

Em causa estarão adjudicações de contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia, através de procedimentos de ajuste direto ou consulta prévia que, segundo a PJ, terão violado normas legais e causado prejuízo ao erário público.

A operação decorre nas zonas de Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra, com o cumprimento de 60 mandados de busca domiciliária e 32 mandados de busca não domiciliária.

Até ao momento, foram detidas cinco pessoas: quatro fora de flagrante delito e uma em flagrante delito por posse ilegal de arma. Foram ainda constituídos 37 arguidos.

A investigação mobilizou cerca de 400 inspetores e peritos da Polícia Judiciária, bem como sete magistrados do Ministério Público.

Os detidos serão presentes ao Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.

O inquérito está a ser dirigido pelo DIAP Regional de Lisboa.

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