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Feitor tentou “empurrar com a barriga” comunicação social em Vila Verde com ‘prendas e promessas’

Fernando Feitor, antigo vereador na Câmara Municipal de Vila Verde eleito pelo CHEGA e mais tarde candidato pelo movimento independente “Amor a Vila Verde”, tem estado praticamente ausente da vida política e social do concelho, depois de anos marcados por forte exposição mediática, polémicas internas e conflitos partidários. Conhecido pelo estilo direto e por ações…

Feitor tentou “empurrar com a barriga” comunicação social em Vila Verde com ‘prendas e promessas’

Fernando Feitor, antigo vereador na Câmara Municipal de Vila Verde eleito pelo CHEGA e mais tarde candidato pelo movimento independente “Amor a Vila Verde”, tem estado praticamente ausente da vida política e social do concelho, depois de anos marcados por forte exposição mediática, polémicas internas e conflitos partidários.

Conhecido pelo estilo direto e por ações populares junto de apoiantes — incluindo convívios com porco no espeto e bebida à discrição — Feitor chegou a assumir protagonismo no panorama político vila-verdense, sobretudo durante o crescimento inicial do CHEGA no concelho.

No entanto, a relação com o partido deteriorou-se de forma acentuada durante o período em que liderou a estrutura local. As divergências internas acabaram por culminar no afastamento político de Fernando Feitor do CHEGA, num processo marcado por acusações, tensões e ruturas públicas dentro da concelhia.

Após a saída, Feitor avançou com o movimento independente “Amor a Vila Verde”, tentando manter influência política no concelho. Apesar disso, o projeto perdeu expressão e nunca conseguiu afirmar-se de forma consistente no panorama autárquico local.

Nos bastidores políticos, continuam a circular relatos de alegadas pressões exercidas sobre órgãos de comunicação social locais durante o período eleitoral, com o objetivo de promover notícias favoráveis à sua imagem e críticas dirigidas ao CHEGA, partido com o qual mantinha uma relação já profundamente degradada. Essas alegações nunca chegaram, contudo, a resultar em qualquer processo judicial conhecido.

Entretanto, Fernando Feitor foi desaparecendo progressivamente da vida pública vila-verdense. A ausência em iniciativas políticas, eventos sociais e debates locais tem sido notada por vários observadores e militantes, sobretudo tendo em conta o protagonismo que chegou a ter no concelho.

Mesmo forças políticas como o CDS, que em determinados momentos chegaram a ser apontadas como possíveis espaços de aproximação política, nunca acabaram por dar visibilidade relevante ao antigo vereador.

Hoje, o nome de Fernando Feitor surge sobretudo associado a um período conturbado da política local, marcado por divisões internas, campanhas intensas e forte mediatismo, contrastando com o atual silêncio político que envolve o ex-autarca.

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