Simulacro de incêndio provoca momentos de tensão no Braga Parque

Quem estava no Braga Parque na manhã de 23 de abril foi apanhado de surpresa. Alarmes a soar, lojas a fechar à pressa e uma evacuação total do centro comercial fizeram muitos clientes acreditar que se tratava de uma situação real.

Era, afinal, um simulacro de incêndio promovido pela administração do Braga Parque, um exercício planeado mas vivido com realismo suficiente para causar algum susto entre quem ali fazia compras.

O cenário ensaiado apontava para um foco de incêndio na loja Bershka. A partir daí, foi desencadeado todo o procedimento previsto no Plano de Emergência, incluindo a retirada completa de clientes e trabalhadores. Durante o exercício, foi ainda simulado um ferido no decurso da evacuação, permitindo testar os mecanismos de socorro e assistência em contexto de crise.

Segundo a organização, o simulacro teve vários objetivos claros: pôr à prova os sistemas e infraestruturas de segurança, treinar a equipa de gestão para situações de emergência, verificar a eficácia do Plano de Emergência do centro e das lojas e testar os procedimentos de receção e articulação com os agentes de Proteção Civil.

No local estiveram meios do Batalhão Sapadores Bombeiros de Braga, com seis operacionais e uma viatura, bem como um observador da Polícia de Segurança Pública e dois elementos da Proteção Civil Braga.

A operação decorreu sem incidentes reais e terminou com a reabertura gradual do centro comercial. Para muitos clientes, ficou o susto inicial. Para a organização e entidades envolvidas, ficou um treino essencial. Porque, quando a situação é a sério, cada minuto conta.

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