Guimarães recebe maior edição de sempre do Festival Internacional de Tunas Académicas

Mais de mil participantes, 17 tunas e representantes de seis países transformam a cidade num palco de cultura, música e tradição académica

Guimarães é o centro das atenções da maior edição de sempre do Festival Internacional de Tunas Académicas (EITA), um evento que reúne mais de mil participantes e coloca a cidade como ponto de encontro entre culturas, tradições e gerações.

A edição de 2026 conta com a presença de mais de 600 tunos oriundos de Portugal, Espanha, México, Peru, Colômbia e Chile, representando 17 tunas participantes. Durante sete dias, o festival prevê reunir cerca de 15 mil espectadores, afirmando-se como um dos maiores encontros internacionais dedicados à cultura da Tuna e à tradição académica ibero-americana.

Com Guimarães como epicentro, a programação do EITA estende-se também aos concelhos de Mondim de Basto, Vizela, Póvoa de Lanhoso e Fafe, levando a música e o espírito académico a diferentes palcos da região.

O momento institucional de receção às comitivas participantes decorreu este sábado, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, assinalando oficialmente o arranque da edição mais ambiciosa do festival. Na sessão inaugural, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, deu as boas-vindas às tunas nacionais e internacionais, destacando a importância do evento para a afirmação cultural do concelho.

“Durante estes dias, a nossa cidade transforma-se num verdadeiro ponto de encontro entre povos, culturas e tradições”, afirmou Ricardo Araújo, sublinhando que o EITA demonstra a capacidade de Guimarães para aproximar pessoas através da cultura e da música.

“Recebemos vozes, instrumentos, tradições e formas diferentes de viver a música. É essa partilha que dá ainda mais vida à nossa cidade e projeta Guimarães como um território de cultura, património e hospitalidade”, acrescentou.

Sob o mote “O Património por Descobrir”, o EITA 2026 decorre até 30 de junho, reforçando a ligação entre a música, a academia e a valorização cultural. O festival pretende afirmar Guimarães como um território de encontro internacional, partilha de experiências e celebração da tradição das tunas académicas.

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